segunda-feira, dezembro 24, 2007

Feliz Natal!

sábado, dezembro 22, 2007

Parabéns à mãe Xilbia

E com uma cantoria desenfreada durante todo o dia, completei 34 anos.

Já foi na semana passada, mas vale o registo, porque é bom estar vivo, é bom envelhecer, é bom estar cá e partilhar da vida de quem amo.

E os meus amores que uns dias antes me diziam que me dariam "um colar de brilhantes, uns brincos de brilhantes, um anel de brilhantes, uma pulseira de brilhante, uma roupa de brilhantes, para ficares muito bonita mãe", não cumpriram totalmente a promessa ( Graças a Deus, senão a atracção da baixa portuense era eu e não a àrvore do BCP!)

quinta-feira, novembro 29, 2007

Digno de registo

ainda não tinha dito aqui que o David anda a comer como um desalmado, pois não?

É que tamanha quantidade de comida ingerida deixa qualquer um impressionado, tendo inclusivé chocado os avós maternos, quando os alimentaram durante as quatros noites em que eu estive numa formação...

E mesmo assim o raio do puto matém um corpinho elegante e esguio!

Que inveja que eu tenho...

Faltou falar na gata

que claro, delicia-se com tanta bola pendurada para brincar...

Este ano

o espírito natalício está em força cá em casa.

Ouvem-se canções de Natal constantemente há já bastantes dias;
Contráriamente ao habitual, o nosso pinheiro de Natal já está montado e parcialmente decorado;
As cartas ao Pai Natal já foram escritas e estão prontas a seguir pelo correio;
Algumas prendas já estão compradas(as deles);
A mãe também está contagiada e farta-se de gastar dinheiro em coisas e coisinhas para o Natal;
E até o pai, está entusiasmadíssimo a ajudar a mãe a pintar as peças do novo presépio adquirido em bruto.

Novas experiencias

No passado sábado participei em algo que nunca tinha experimentado e só posso dizer que adorei!

Graças a esta menina, participei no Workshop de postais de Natal promovido pela Porto D´Aromas e aprendi uma técnica de fazer postais interessantíssima.

Valeu pelo convívio, pela experiência, e pelas horas bem passadas, que para mim funcionam como uma excelente forma de relaxar.

A repetir, decididamente!

Devo preocupar-me

quando chego ao infantário e a educadora do David me diz que ele é a sua grande dor de cabeça, que ele é o elemento destabilizador da sala porque gosta de reproduzir lá o que vê o irmão fazer em casa, provocando nos outros uma reacção de "bora lá fazer o que o David manda"?

A mim só me ocorre sorrir, até porque o tom da educadora não é depreciativo, pelo contrário, a ideia que tenho é que o David é uma criança super bem-disposta, divertida e que diverte os outros.

Gargalhadas Matinais

quando o David, depois de utilizar convenientemente a sanita da minha casa de banho logo pela manhã, faz a descarga do autoclismo e ao mesmo tempo que coloca a cabeça dentro da dita profere em voz alta: " Vai embóia, vai pa tua caja"

Endoideci

Decidi inscrever-me num ginásio, e o único horário que me posso permitir é entre as sete e meia e as nove... da manhã!!!

Começo segunda-feira, se conseguir fazer a matrícula até lá, e estou decidida a levar isto em frente; os quase 34 anos começam a pesar e a minha agilidade já não me permite acompanhar a genica deles como gostaria.

Esta é a 1ª resolução para o Ano Novo, e nada como fazer um teste prévio, começando com um mês de antecedencia.

Desabafos

Quase um mês sem cá vir, quase um mês sem registos dos meus pequenos.

O tempo é tão pouco, passa tão depressa que muitas vezes julgo que a vida me escapa por entre os dedos, vivo, mas não a vivo.
Eles crescem a um ritmo alucinante, o Daniel, que ainda ontem nasceu já tem quase cinco anos...cinco anos!
Eu, mal tenho tempo para mim; o dia é passado intensamente a trabalhar, algo que me realiza, é um facto, mas que me absorve totalmente cada minuto e me impede fazer pequenas coisas que me dão prazer, como estar aqui a registar algo novo deles, ou simplesmente a vaguear pelos blogues de quem eu gosto, de quem eu considero. E o tempo é tão pouco que me rouba os telefonemas que gostaria de fazer, os encontros que gostaria de ter, as amizades que gostaria de manter e/ou aprofundar.

E eles, o tempo para eles é tão pouco, e quase sempre passado entre correrias, ora de manhã a tentar sair de casa a horas decentes, ora à noite, entre banhos, jantares, roupas a tratar, etc, etc, etc

E depois parte-me o coração chegar ao infantário pontualmente à hora de fecho, sabe Deus o que corri para o conseguir, e encontra-lo a chorar, porque é o último e teme que o deixe lá ficar...

Sinto que estou a falhar em algo, o meu filho não confia em mim, e acredita que eu o possa deixar...

Até que ponto devemos deixar que o tempo interfira nisto? Onde está o limite do trabalho?
São ou não são eles o mais importante da minha vida? São ou não são eles os meus pilares?