terça-feira, janeiro 31, 2006

Digam lá


Se não somos uma família com pinta...

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Tal avô, tal neto

Na minha família temos a tradição de na passagem de ano vestir cuecas novas e de preferência azuis.
Claro que o Daniel também teve direito a umas (apesar de ainda não usar) e todo vaidoso, resolveu mostrá-las ao avô B.
Resultado: o avô B. surpreendeu-nos a todos com as dele!

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sexta-feira, janeiro 27, 2006

Mais uma vez

O David ficou em casa com febre.
Mas desta vez foi muito estranho:
Quarta-feira fui buscá-lo à hora normal e achei-o muito choquinho. A A. disse que ele esteve bem o dia todo, comeu normalmente, mas que tinha acordado há pouco assim meio rabujento.
Viemos para casa, tomou a banhoca da praxe, o leitinho e continuava muito birrento e cheio de sono.
Deitei-o por volta das 20h e 30m e ele literalmente "aterrou"... até às 13h30m do dia seguinte apenas com um intervalo de meia hora por volta das 08h para o leite, muda de fralda, e uma dose de ben-u-rom pois estava com uma pontinha de febre.
Mas não fica por aqui...
Almoçou normalmente e meia hora depois voltou a adormecer até por volta das 17h.
Acordou super bem disposto como se nada fosse.Febre não houve mais.
Hoje foi para o infantário normalmente.
Acho que o gajo fez-se de doente para poder fazer uma sonoterapia!
Vá lá, vá lá, ao menos este é dos que gosta de dormir, já o outro...

quarta-feira, janeiro 25, 2006

Queria...

mudar o David para o quarto deles, mas avaliando os prós e contras:


Eles precisam de se habituar a dormir no mesmo quarto

Cada mês que passa sei que vai ser mais dificil para o David a mudança

faz-nos falta o nosso espaço só para nós

O David adormece às 21h, o Daniel a correr bem, só lá pelas 22h e depois de muita luta

O Daniel quase sempre acorda durante a noite e sonha imenso

O David também por vezes chora porque quer a chupeta

E não sei o que fazer...

Adoro

- quando o mais pequeno chora e o mais velho corre para ele e lhe diz: "ponto, ponto, tou aqui"
- quando me dá a chupeta do mano "mãe, lava" e depois lhe pega com todo o cuidado para não tocar na tetina
- quando lhe ralho e ele corre para o colo do mano em busca de consolo(o Daniel)
- quando o mais pequeno larga tudo e todos porque ouviu a voz do irmão
-observá-los de longe, e constatar que eles se adoram!

sexta-feira, janeiro 20, 2006



Esta menina é a Anastancia!
É a nossa nova afilhada!
Tem 10 anos e vive em Moçambique.
Graças ao nosso apadrinhamento à distância, vamos garantir-lhe o acesso a instrução primária adequada e continuada no tempo!
Há tantas outras meninas e meninos a precisarem de um padrinho ou madrinha...
Custa tão pouco por mês(talvez um café por dia) e fará concerteza a vida destes meninos e meninas um bocadinho mais feliz!
Vejam aqui como podem apadrinhar uma criança
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quarta-feira, janeiro 18, 2006





Isto tem mesmo que ser levado a sério!
Estou a fazer dieta desde Outubro, e já estou a começar a perder a paciência.
Isto é para me obrigar a pensar duas vezes antes de me perder em iguarias e guloseimas.
Ainda falta muito para o ojectivo a que te propuseste, por isso nada de desistir menina Sílvia!

Será possivel

que só ao fim de sete anos e tal, entre os quais quase cinco de casamento, em que não nos desgrudámos um único dia, eu descubro que ele come pão com queijo e bolacha maria?
Sim, o queijo e a bolacha dentro do pão!
Pode???

terça-feira, janeiro 17, 2006

E com tudo isto

nem tive oportunidade de registar o aniversário do tio H., padrinho do Daniel, no passado sábado, cuja festa não pudemos comparecer por motivos óbvios, e da avó O. que fez anos no Domingo, aí sim com a presença dos netos.
Parabéns cunhado e parabéns mãe!

Susto

Voltando atrás uns dias, na sexta-feira passada apanhei o maior susto da minha vida:
Estávamos à mesa, o Daniel comia uma tangerina, eu e o pai conversávamos, o David dava o ar da sua graça.De vez em quando olhava para o Daniel e via-o a puxar o vómito
- Daniel, pára com isso, não gosto dessas brincadeiras - dizia-lhe eu
Aconteceu mais de que uma vez, até que me apercebi que ele se estava realmente a engasgar, ficou todo vermelho, e sem conseguir respirar.
Felizmente, a minha reacção foi pegar nele, virá-lo de pernas para o ar e dar-lhe uma pancada nas costas, que lhe atirou o pedaço de tangerina para fora.
Só sei que quando o vi a chorar, agarrei-me a ele a chorar também de tal maneira, que o assustei ao ponto de só querer o pai.
Passadas umas horas ainda não conseguia falar do sucedido que me vinham as lágrimas aos olhos.
Já passou!